Dia 21/01/2011, às 8h30m local, eu e a Beti chegamos a Buenos Aires. Desembarcamos a moto do Buquebus, passamos pela inspeção da migração argentina e caímos na rua. Caraca, o trânsito em Buenos Aires é selvagem!!!! A galera passa por cima mesmo. Não tem essa papo de respeitar as faixas e até mesmo os sinais luminosos do trânsito frequentemente são ignorados. Chega a dar dúvida se aquele sinal realmente está vermelho ou se você está comendo bola!!!
De qualquer forma, conseguimos parar em um posto YPF ainda bem perto do Porto de Buenos Aires. Sentamos, pedimos um café e planejamos como sair dali. O guia YPF, anunciado como sendo o melhor da Argentina, não era nem mesmo conhecido pela menina que ra funcionária do posto YPF!!!! Chegou a ser engraçado a cara de constrangimento dela, rsrsrsrsrs.
De qualquer forma, ela teve uma ENORME BOA VONTADE CONOSCO e pediu informações a um cliente e este nos explicou como sair dali em direção a Ruta Nacional 3, que nos levaria para Ushuaya.
Bom, é aí que começa a loucura total do trânsito de Buenos Aires. As placas são desencontradas e, embora a população local tenha sido sempre muito prestativa, foi difícil chegar a Ruta 3. Pra piorar, o início da Ruta 3 é bem dentro de Buenos Aires, tendo inclusive uma infinidade de semáforos não sincronizados, que são avançados sem a menor cerimônia pelos argentinos. Era engraçado, mas complicado.
O asfalto era péssimo, as pessoas (incluindo os pedestres!) pareciam loucas e as mães pareciam chocadeiras. Opa! Por que falei das mães? Porque vimos por pelo menos 3 vezes mães largarem as mãos das crianças no meio da rua. Fiquei chocado. Nunca tinha visto aquilo em lugar nenhum. Nem mesmo em outras regiões da Argentina. Acho que passamos por Buenos Aires em um dia onde estava todo mundo cheirado, srsrsrsrsrs.
Teve uma doida que largou o filho na frente da nossa moto na saída do posto. Se a TDM não tem um freio impressionante, cá estaria eu preso por atropelar aquela criancinha. Nunca vi tamanha estupidez. O pior é que a mulher nem deu bola por fato de seu filho quase ser atropelado! Fiquei sem reação, parado um tempo para me recuperar do susto...
Mas ainda não acabou. Buenos Aires é realmente inesquecível... Mas isto fica para um próximo post.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
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Um comentário:
Nelson, um exelente profissional e um ser humano de qualidades impares, nossa identidade? É de fato o esporte: "Motociclismo". Não é primeira vez que pego carona virtual, em seus passeios por nossa querida América Latina!
Desejo a vcs Nelson/Beti, mui buenas rutas!!!
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