Este foi um dia estafante onde percorremos um total de 680km. A distancia não foi muita< mas houve tantos percalços que chegar a Eduardo Castex já foi um feito. Muitos erros de caminho e uma dúvida ao passar pelo meio do deserto.
No mais, esquecemos de contar, mas, em El Chocon, perto de Neuquén, conhecemos um argentino, chamado Nestor, que estava viajando de moto sozinho em uma moto chinesa de 200cc. O cara era aposentado e deveria ter quase 70 anos. Conversamos com ele e o cara era muito gente fina. Sugeriu-nos que voltássemos no inverno para Villa La Angostura. O Nelson ponderou que pilotar na neve seria muito perigoso. De pronto, ele respondeu: " Peligroso son estos hijos de puta en la ruta con sus autos, camiones y colectivos! Todo se hace en Buenos Aires!" Caralho, ficamos chocados! O cara falou com uma sinceridade de coração, que não dava para discutir ou contemporizar, mesmo porque este é o sentimento de quem está pilotando uma moto e é jogado para fora da estrada por um carro. Já tínhamos a percepção de que aqueles loucos da estrada eram semelhantes aos loucos que encontramos em Buenos Aires, mas o Nestor nos deu a confirmação, rsrsrsrsrsr.
Até a próxima!
Nelson e Beti
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - La Confluencia a General Roca
O Nelson estava atrasado para um compromisso profissional inadiável e, por isso, tocamos firme sem muitas paradas até General Roca, perfazendo um total de 530km. Afora os motoristas ensandecidos do caminho, não houve muitas emoções neste trecho.
Dormimos no hotel Bristol, uma vez que ele já era conhecido pelo Nelson. Comemos bem, dormimos e no dia seguinte continuamos a viagem.
Nelson e Beti
Dormimos no hotel Bristol, uma vez que ele já era conhecido pelo Nelson. Comemos bem, dormimos e no dia seguinte continuamos a viagem.
Nelson e Beti
Loucura pra Ushuaia - Villa La Angostura a La Confluencia
Como último passeio antes da volta, decidimos passar por La Confluencia, lá os rios Limay e Traful se encontram, fazendo com que as águas, de cores azul e verde vibrantes, colidam e se misturem. É um espetáculo que merece ser visto, nenhuma descrição é capaz de apresentar o que a natureza fez. Nos sentimos em um verdadeiro cartão postal, pintado em cores muito vivas, de azul, verde e em algumas partes prata, lindo!
Seguimos nossa viagem de retorno, satisfeitos em poder apreciar tamanha beleza.
Nelson e Beti
Seguimos nossa viagem de retorno, satisfeitos em poder apreciar tamanha beleza.
Nelson e Beti
Loucura pra Ushuaia - Villa La Angostura
Chegamos no dia 05 de fevereiro nesse lugar adorável, que fica a pouco mais de 80km de Bariloche, na Província de Neuquén. Lá, os hotéis, as pousadas, as cabanas e até as lojas se parecem com casinhas de bonecas.
Ficamos no hotel Angostura, que fica à margem da Bahia Mansa, um lugar muito confortável e bonito que merece destaque: http://www.hotelangostura.com/espanol/index.html
Os jantares foram no hotel, que dispõe de um excelente restaurante (El Viejo Coihue), que oferece pratos típicos da região, como cervo, truta e javali, sempre regados a excelentes vinhos e cervejas argentinas.
Fomos conhecer o Parque Nacional dos Arrayanes num passeio de barco e caminhada, onde conhecemos Pablo e sua mãe, Elvira, uma dupla muito simpática e interessante, vindos de La Plata. Assim como vários argentinos que conhecemos durante a viagem, eles também conheciam e gostavam muito do Brasil, das nossas praias e dos brasileiros.
Também fizemos um passeio de moto e passamos pelo lago Nahuel Huapi, pelo lago Correntoso e pelo lago Espejo, três dos sete lagos, lindos, nas cores verde e azul muito claros.
No dia 06, fomos abastecer em um posto YPF e não tinham gasolina. Ficamos arrepiados e pensamos: de novo não!
No dia seguinte, na hora de iniciar o retorno pra casa, conseguimos abastecer perto do meio dia e carregamos também um galão de gasolina, pra garantir a volta, mal sabíamos o que ia acontecer ao usá-la, mas isso só aconteceu em Eduardo Castex e essa história fica pra depois.
Nelson e Beti
Ficamos no hotel Angostura, que fica à margem da Bahia Mansa, um lugar muito confortável e bonito que merece destaque: http://www.hotelangostura.com/espanol/index.html
Os jantares foram no hotel, que dispõe de um excelente restaurante (El Viejo Coihue), que oferece pratos típicos da região, como cervo, truta e javali, sempre regados a excelentes vinhos e cervejas argentinas.
Fomos conhecer o Parque Nacional dos Arrayanes num passeio de barco e caminhada, onde conhecemos Pablo e sua mãe, Elvira, uma dupla muito simpática e interessante, vindos de La Plata. Assim como vários argentinos que conhecemos durante a viagem, eles também conheciam e gostavam muito do Brasil, das nossas praias e dos brasileiros.
Também fizemos um passeio de moto e passamos pelo lago Nahuel Huapi, pelo lago Correntoso e pelo lago Espejo, três dos sete lagos, lindos, nas cores verde e azul muito claros.
No dia 06, fomos abastecer em um posto YPF e não tinham gasolina. Ficamos arrepiados e pensamos: de novo não!
No dia seguinte, na hora de iniciar o retorno pra casa, conseguimos abastecer perto do meio dia e carregamos também um galão de gasolina, pra garantir a volta, mal sabíamos o que ia acontecer ao usá-la, mas isso só aconteceu em Eduardo Castex e essa história fica pra depois.
Nelson e Beti
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - De El Bolsón a Bariloche
Partimos de El Bolsón para Bariloche no dia 03 de fevereiro, sem muitos planos do que fazer na cidade, pois o escritório de turismo da cidade não nos prestou lá grandes informações.
Ficamos no hotel Aconcágua, bem no centro da cidade, e lá encontramos um simpático atendente que nos deu dicas muito legais de passeios.
Naquele mesmo dia, fomos conhecer o Cerro Campanário, um dos principais mirantes do Parque Nahuel Huapi, onde se chega de teleférico e se pode degustar tortas deliciosas em uma confeitaria situada à beira de uma vista deslumbrante.
No hotel mesmo, contratamos um outro passeio para o dia seguinte, que nos levou ao Cerro Tronador, um antigo vulcão inativo com 3.478 metros de altura, onde se pode contemplar o Ventisquero Negro, que se forma do gelo derretido do Cerro Tronador, além de percorrermos uma pequena trilha para a Cascata Los Alerces, também no Parque Nahuel Huapi.
Adiamos o passeio de barco pelo parque para a próxima viagem e seguimos para Villa La Angostura, mas essa história fica para o próximo post.
Nelson e Beti
Ficamos no hotel Aconcágua, bem no centro da cidade, e lá encontramos um simpático atendente que nos deu dicas muito legais de passeios.
Naquele mesmo dia, fomos conhecer o Cerro Campanário, um dos principais mirantes do Parque Nahuel Huapi, onde se chega de teleférico e se pode degustar tortas deliciosas em uma confeitaria situada à beira de uma vista deslumbrante.
No hotel mesmo, contratamos um outro passeio para o dia seguinte, que nos levou ao Cerro Tronador, um antigo vulcão inativo com 3.478 metros de altura, onde se pode contemplar o Ventisquero Negro, que se forma do gelo derretido do Cerro Tronador, além de percorrermos uma pequena trilha para a Cascata Los Alerces, também no Parque Nahuel Huapi.
Adiamos o passeio de barco pelo parque para a próxima viagem e seguimos para Villa La Angostura, mas essa história fica para o próximo post.
Nelson e Beti
Loucura pra Ushuaia - El Bolsón
A cidade de El Bolsón é encantadora; ao mesmo tempo que possui uma diversidade de restaurantes, hotéis, comércio, é rodeada de belezas naturais incríveis, onde há espaço para esportes radicais como trilha de moto, de quadriciclo, mountain bike, trekking, rafting ou para uma tranquila cavalgada ou pescaria.
A vista da janela do nosso hotel dava pro Cerro Piltriquitrón, só ao vivo para entender sua beleza.
Além dos doces caseiros maravilhosos, a região é conhecida pelas diversas fábricas de cerveja, pois há muitas plantações de lúpulo em El Bolsón.
Conseguimos fazer dois passeios maravilhosos, um de barco pelo Lago Puelo, com algumas pequenas quedas de água, que foi seguido por uma caminhada por terra com guia turístico, onde pudemos conhecer um pouco da história do lugar e da sua fauna, bem como da floresta Valdiviana.
Almoçamos no parque, onde provamos uma cerveja artesanal deliciosa e depois partimos para um segundo passeio no final da tarde, esse de Land Rover, para Mallín Ahogado, passando pelo mirador Cerro Saturnino, acompanhados de um guia super aventureiro, chamado Fernando, que nos mostrou lugares que só se chega com um 4x4 e mesmo assim acompanhado de alguém experiente como ele, que além de um mate delicioso, nos ofereceu tortas fritas e churros à beira de um riacho espetacular, de água muito límpida.
Inesquecível, voltaremos com certeza.
Nelson e Beti
A vista da janela do nosso hotel dava pro Cerro Piltriquitrón, só ao vivo para entender sua beleza.
Além dos doces caseiros maravilhosos, a região é conhecida pelas diversas fábricas de cerveja, pois há muitas plantações de lúpulo em El Bolsón.
Conseguimos fazer dois passeios maravilhosos, um de barco pelo Lago Puelo, com algumas pequenas quedas de água, que foi seguido por uma caminhada por terra com guia turístico, onde pudemos conhecer um pouco da história do lugar e da sua fauna, bem como da floresta Valdiviana.
Almoçamos no parque, onde provamos uma cerveja artesanal deliciosa e depois partimos para um segundo passeio no final da tarde, esse de Land Rover, para Mallín Ahogado, passando pelo mirador Cerro Saturnino, acompanhados de um guia super aventureiro, chamado Fernando, que nos mostrou lugares que só se chega com um 4x4 e mesmo assim acompanhado de alguém experiente como ele, que além de um mate delicioso, nos ofereceu tortas fritas e churros à beira de um riacho espetacular, de água muito límpida.
Inesquecível, voltaremos com certeza.
Nelson e Beti
Loucura pra Ushuaia - Paso de Indios a El Bolson
Pessoal,
Paso de Indios é um local diferente. Apesar de ficar no meio do nada e ser totalmente esquecida pelo governo e pelos demais argentinos, trata-se de um local de gente forte. Lá as pessoas superam as dificuldades e não choram por elas. Gente simples, disposta a ajudar e que não se coloca na posição de explorar aqueles que não tem alternativa. Esta foi a minha sorte!
Estava exausto após lutar contra um vento fortíssimo por vários quilômetros. Cheguei a Paso de Indios e resolvi ficar lá. Achei que continuar aq andar na moto depois das 19h, sabendo que ainda havia quase 300 km de deserto até a cidade de Esquel (isto é, a volta a civilização) seria temerário.
Tomei a decisão correta, porque as pessoas disseram que, em cerca de 1h, anoiteceria. Paso de Indios não tem quase nada e não depende de ninguém de fora de Paso de Indios. Lá é ignorado pela empresa estatal argentina que fornece combustível a todo o resto do país. A YPF explica categoricamente que não se responsabiliza pelo fornecimento de combustível a Paso de Indios. Por isso, eles compram o combustívbel de que precisam de distribuidoras independentes. Por isso, em Paso de Indios, só existe gasolina com chumbo. Justamente a gasolina que a TDM não consome. Tudo bem...
Dormimos bem, comemos bem e as pessoas nos acolheram com tanta benevolência que aliviou nossos espíritos de tanta tensão do dia anterior.
Assim, no dia 01/02, saímos de Paso de Indios em direção a El Bolson. Foi muito vento, mas estava bem melhor do que no dia anterior. Na verdade, o dia anterior foi um dia no qual alguém sensato não andaria de moto naquela região. De fato, alguém sensato não andaria nem de carro, nem de caminhão naquele lugar. Por isso, encontrei tão poucas pessoas ao longo do caminho.
De qualquer forma, assim que chegamos a Ruta 40 foi um alívio. Aqueles ventos, que muitos dizem ser fortes, eram como brisas para nós. O posto onde abastecemos tinha café quente e eu pude descansar um pouco e eu conversei um pouco com uma família de chilenos que passeavam pelas aquelas bandas. Gente muito simpática.
Depois tocamos direto, passando por Esquel e seguindo até El Bolson, que é, para aqueles que moram em Porto Alegre, uma enorme Cidade Baixa. Feita de muita gente louca e aventureiros de toda a parte, contando, porém, com a excelência da culinária argentina.
Mais detalhes: ficam para quem for tomar chopp conosco.
Abraços
Nelson e Beti.
Paso de Indios é um local diferente. Apesar de ficar no meio do nada e ser totalmente esquecida pelo governo e pelos demais argentinos, trata-se de um local de gente forte. Lá as pessoas superam as dificuldades e não choram por elas. Gente simples, disposta a ajudar e que não se coloca na posição de explorar aqueles que não tem alternativa. Esta foi a minha sorte!
Estava exausto após lutar contra um vento fortíssimo por vários quilômetros. Cheguei a Paso de Indios e resolvi ficar lá. Achei que continuar aq andar na moto depois das 19h, sabendo que ainda havia quase 300 km de deserto até a cidade de Esquel (isto é, a volta a civilização) seria temerário.
Tomei a decisão correta, porque as pessoas disseram que, em cerca de 1h, anoiteceria. Paso de Indios não tem quase nada e não depende de ninguém de fora de Paso de Indios. Lá é ignorado pela empresa estatal argentina que fornece combustível a todo o resto do país. A YPF explica categoricamente que não se responsabiliza pelo fornecimento de combustível a Paso de Indios. Por isso, eles compram o combustívbel de que precisam de distribuidoras independentes. Por isso, em Paso de Indios, só existe gasolina com chumbo. Justamente a gasolina que a TDM não consome. Tudo bem...
Dormimos bem, comemos bem e as pessoas nos acolheram com tanta benevolência que aliviou nossos espíritos de tanta tensão do dia anterior.
Assim, no dia 01/02, saímos de Paso de Indios em direção a El Bolson. Foi muito vento, mas estava bem melhor do que no dia anterior. Na verdade, o dia anterior foi um dia no qual alguém sensato não andaria de moto naquela região. De fato, alguém sensato não andaria nem de carro, nem de caminhão naquele lugar. Por isso, encontrei tão poucas pessoas ao longo do caminho.
De qualquer forma, assim que chegamos a Ruta 40 foi um alívio. Aqueles ventos, que muitos dizem ser fortes, eram como brisas para nós. O posto onde abastecemos tinha café quente e eu pude descansar um pouco e eu conversei um pouco com uma família de chilenos que passeavam pelas aquelas bandas. Gente muito simpática.
Depois tocamos direto, passando por Esquel e seguindo até El Bolson, que é, para aqueles que moram em Porto Alegre, uma enorme Cidade Baixa. Feita de muita gente louca e aventureiros de toda a parte, contando, porém, com a excelência da culinária argentina.
Mais detalhes: ficam para quem for tomar chopp conosco.
Abraços
Nelson e Beti.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - Iníco da volta
Embora a Loucura fosse para Ushuaya, motivos profissionais me levaram a encerrar esta odisséia mais cedo e começar a voltar para o Brasil. Para tal, resolvi fazer um caminho de volta diferente, passando, porém, também por lugares bonitos.
Escolhi pegar a Ruta 25 de Trelew até Esquel e dali ir para El Bolson, Bariloche, Villa La Angostura e ir voltando.
O mapa diz que a estrada é boa e que existem postos de gasolina. Ledo engano. O asfalto da estrada até que é bom mesmo. Mas eu descobri por quê. A razão é simples: NINGUÉM PASSA POR LÁ!!! Muito menos motociclistas!!!
Por quê? Porque cruzar a ruta 25 é como entrar no meio de um furacão, passando por lugares (Los Altares, Las Plumas, Paso de Indios, Tecka) sem combustível ou água LITERALMENTE no meio do deserto.
A Ruta 25 segue o rastro de uma corrente de ventos que sai dos andes diretamente ao mar. Por isso, a quantidade de ventos é absurda. Se vc acha que a ruta 3 tem muito vento, é porque não foi até a ruta 25!!!! Pra vc ter uma idéia, a TDM 900 só conseguiu vencer os ventos andando EM PRIMEIRA MARCHA!!!!!
Isto deve ter sido a maior estupidez que eu já fiz na minha vida e olha que eu já tenho idade pra dizer que sou um cara experiente. Lembrando que alguém quando diz que é experiente, na verdade, que dizer que é velho ou que já fez bastante idiotice!!!! Incluo-me em ambos os casos. Não sou novo e já fiz muita idiotice, srsrsrsrsrs
Olha, quando uma moto de 900 cilindradas precisa andar em primeira marcha por mais de 200km pra conseguir vencer o vento é porque a coisa tava feia. E tava. Dois dias depois, soube que havia ventos de até 180km/h!!!!! Se eles fossem constantes em uma única direção, a gente com certeza teria sido levado pelo vento. A minha sorte (???) é que os ventos são tão inconstantes que não te levam a lugar algum. Por outro lado, essa incostância faz com a moto seja levada de uma pista a outra sem vc poder fazer nada. É realmente assustador. Sorte que não passa nenhum louco lá,rsrsrsrs
Na verdade, houve mais 3 loucos idiotas com moto na ruta 25. Um deles passou com uma KTM 990 e os outros dois, PASMEM!, passaram em duas motos de trilha!!!!! Os malucos foram fazer trilha no deserto e com ventos. Tava tão engraçado que ficou claro que nós 4 (eu, o cara da KTM, e os 2 trilheiros) passamos rindo um da cara dos outros, rsrsrrssrs. Tremenda burrada que fizemos!!! hahahahaha.
Depois de muito lutar contra o vento num trecho que e só conseguir gasolina na localidade de Los Altares, chegamos a Paso de Indios e resolvemos dormir às 20h30m. Foi a melhor decisão que tomei na vida. As pessoas locais me disseram que iria anoitecer em cerca de uma hora e ficar naquele deserto com ventos á noite passaria da loucura ao suicídio!
Os detalhes desta jornada são deixados para quem tomar um chopp com a gente quando voltamos ao Brasil.
Beijos,
Nelson e BEti
Escolhi pegar a Ruta 25 de Trelew até Esquel e dali ir para El Bolson, Bariloche, Villa La Angostura e ir voltando.
O mapa diz que a estrada é boa e que existem postos de gasolina. Ledo engano. O asfalto da estrada até que é bom mesmo. Mas eu descobri por quê. A razão é simples: NINGUÉM PASSA POR LÁ!!! Muito menos motociclistas!!!
Por quê? Porque cruzar a ruta 25 é como entrar no meio de um furacão, passando por lugares (Los Altares, Las Plumas, Paso de Indios, Tecka) sem combustível ou água LITERALMENTE no meio do deserto.
A Ruta 25 segue o rastro de uma corrente de ventos que sai dos andes diretamente ao mar. Por isso, a quantidade de ventos é absurda. Se vc acha que a ruta 3 tem muito vento, é porque não foi até a ruta 25!!!! Pra vc ter uma idéia, a TDM 900 só conseguiu vencer os ventos andando EM PRIMEIRA MARCHA!!!!!
Isto deve ter sido a maior estupidez que eu já fiz na minha vida e olha que eu já tenho idade pra dizer que sou um cara experiente. Lembrando que alguém quando diz que é experiente, na verdade, que dizer que é velho ou que já fez bastante idiotice!!!! Incluo-me em ambos os casos. Não sou novo e já fiz muita idiotice, srsrsrsrsrs
Olha, quando uma moto de 900 cilindradas precisa andar em primeira marcha por mais de 200km pra conseguir vencer o vento é porque a coisa tava feia. E tava. Dois dias depois, soube que havia ventos de até 180km/h!!!!! Se eles fossem constantes em uma única direção, a gente com certeza teria sido levado pelo vento. A minha sorte (???) é que os ventos são tão inconstantes que não te levam a lugar algum. Por outro lado, essa incostância faz com a moto seja levada de uma pista a outra sem vc poder fazer nada. É realmente assustador. Sorte que não passa nenhum louco lá,rsrsrsrs
Na verdade, houve mais 3 loucos idiotas com moto na ruta 25. Um deles passou com uma KTM 990 e os outros dois, PASMEM!, passaram em duas motos de trilha!!!!! Os malucos foram fazer trilha no deserto e com ventos. Tava tão engraçado que ficou claro que nós 4 (eu, o cara da KTM, e os 2 trilheiros) passamos rindo um da cara dos outros, rsrsrrssrs. Tremenda burrada que fizemos!!! hahahahaha.
Depois de muito lutar contra o vento num trecho que e só conseguir gasolina na localidade de Los Altares, chegamos a Paso de Indios e resolvemos dormir às 20h30m. Foi a melhor decisão que tomei na vida. As pessoas locais me disseram que iria anoitecer em cerca de uma hora e ficar naquele deserto com ventos á noite passaria da loucura ao suicídio!
Os detalhes desta jornada são deixados para quem tomar um chopp com a gente quando voltamos ao Brasil.
Beijos,
Nelson e BEti
Loucura pra Ushuaia - Puerto Madryn a Trelew
De Puerto Madryn fomos para Trelew enfrentando muitos ventos pela Ruta 3. Em Trelew, conhecemos um fantástico museu de dinossauros, absolutamente imperdível. No dia seguinte, fizemos um passeio até a Pinguinera de Punta Tombo. Lá é o local a que vc deve ir para ver pinguins andando LITERALMENTE ao seu lado. Eles ficam passeando entre a gente... é muito legal!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Loucura para Ushuaia – Em Puerto Madryn
No dia 25 de janeiro, chegando em Puerto Madryn, um lugar de lindas praias, com infraestrutura hoteleira, sem problemas com falta de água, luz ou gasolina.
Fomos direto para o escritório de informações turísticas junto com o Christopner, mas escolhemos ficar em lugares diferentes e nos encontramos pra jantar mais tarde. A comida era deliciosa, como de resto quase sempre aqui na Argentina. Naquela noite, ficamos no albergue da juventude em frente à praia com o compromisso de deixarmos o quarto no dia seguinte. Acabamos por nos hospedar num hotel também em frente à linda praia da cidade, ao lado de um magnífico restaurante onde comemos maravilhosos pratos, regados a vinhos nobres do País. No dia seguinte, fomos conhecer o Ecocentro de moto. Os ossos de baleia sempre nos encantam,mas nem tudo que vimos lá nos impressionou, acho que foi falta de sensibilidade do casal, mas a vista para a praia era deslumbrante.
Contratamos um passeio para Península Valdez e o guia nos apanhou no hotel no dia 27 de janeiro com uma Meriva alugada e seguimos exprimidos com mais um casal para Península Valdés, onde encontramos simpáticos lobos marinhos e pinguins que ficavam a menos de um metro de distância, jogando todo o seu charme para os visitantes. Mais tarde, fomos para Puerto Pirámides, um vilarejo onde residem, pasmem, somente 400 pessoas, e no inverno a Baleia Franca Austral pode ser vista. Bom, estamos no verão, então aproveitamos a beleza do local e, claro, o almoço e a cerveja gelada. Ah, compramos o quarto óculos de sol da viagem, os outros foram perdidos ou quebrados, além do óculos de grau do Nelson ser primeiro desmembrado e por fim quebrado.
Saímos da cidade no dia 28, prometendo voltar, pois a beleza e encantos do local não puderam ser todos apreciados.
Nelson e Beti
Fomos direto para o escritório de informações turísticas junto com o Christopner, mas escolhemos ficar em lugares diferentes e nos encontramos pra jantar mais tarde. A comida era deliciosa, como de resto quase sempre aqui na Argentina. Naquela noite, ficamos no albergue da juventude em frente à praia com o compromisso de deixarmos o quarto no dia seguinte. Acabamos por nos hospedar num hotel também em frente à linda praia da cidade, ao lado de um magnífico restaurante onde comemos maravilhosos pratos, regados a vinhos nobres do País. No dia seguinte, fomos conhecer o Ecocentro de moto. Os ossos de baleia sempre nos encantam,mas nem tudo que vimos lá nos impressionou, acho que foi falta de sensibilidade do casal, mas a vista para a praia era deslumbrante.
Contratamos um passeio para Península Valdez e o guia nos apanhou no hotel no dia 27 de janeiro com uma Meriva alugada e seguimos exprimidos com mais um casal para Península Valdés, onde encontramos simpáticos lobos marinhos e pinguins que ficavam a menos de um metro de distância, jogando todo o seu charme para os visitantes. Mais tarde, fomos para Puerto Pirámides, um vilarejo onde residem, pasmem, somente 400 pessoas, e no inverno a Baleia Franca Austral pode ser vista. Bom, estamos no verão, então aproveitamos a beleza do local e, claro, o almoço e a cerveja gelada. Ah, compramos o quarto óculos de sol da viagem, os outros foram perdidos ou quebrados, além do óculos de grau do Nelson ser primeiro desmembrado e por fim quebrado.
Saímos da cidade no dia 28, prometendo voltar, pois a beleza e encantos do local não puderam ser todos apreciados.
Nelson e Beti
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Loucura para Ushuaia – De Viedma a Puerto Madryn passando por Las Gruuuutas. Que meda!!!!
A viagem ia muito bem, claro, se não levássemos em conta o calor infernal e vento inconstante da Ruta 3, quando paramos para abastecer a moto em um posto YPF, perto do Balneário Las Grutas, localizado no Golfo San Matías, ainda em Río Negro.
Durante o percurso, andávamos uns 150km e abastecíamos a moto, o que teria ocorrido se houvesse nafta (gasolina) no local.
A informação era que no final da tarde o caminhão de combustível ia abastecer o posto. Vimos aquela fila enorme de carros que aguardavam a tão esperada nafta e resolvemos reservar uma noite num hotel de beira de estrada que ficava ao lado, com um custo de $300,00 pesos argentinos, mais ou menos R$150,00.
No posto, conhecemos o Santiago, que vinha de Buenos Aires e também queria abastecer sua moto. Ele andava com uma Falcon com um bidón (galão para carregar combustível) amarrado a sua moto e nos disse que era permitido seu uso na Argentina.
Mais tarde, um policial local com quem falamos no posto nos informou que se a polícia não visse o bidón, não teríamos problema, pois é ilegal... eu hem!
Pra piorar a situação, faltou luz e o calor só aumentava sem ar condicionado no restaurante do posto.
Santiago nos recomendou ficar à beira da praia em Las Grutas, pois como era praiano, deveria ter mais opções de hotel e lá fomos nós descobrir que não havia vagas nos hotéis pois estavam cheios de turistas locais.
Trocamos telefone com o Santiago, que foi procurar um amigo local para dormir naquela noite.
Depois de muito procurar, encontramos um hotel longe da praia por $410,00 pesos argentinos, sem frigobar, com café da manhã, sem suco, com medias lunas e pães contadas por pessoa, sendo o excedente cobrado, sem nada de mais.
Mais tarde descobrimos que além da falta de gasolina, a cidade tem problemas com falta de água e falta de energia elétrica. Imaginem: naquela cidade falta gasolina, luz e água, que lugar pra passar as férias?!?!?!!
Passamos toda a tarde andando pela cidade procurando o tal bidón em ferraterias (ferragem) e acabamos por comprar um que quase derreteu no primeiro uso.
Para piorar a história, resolvemos comer um pancho perto da praia e, como faltava luz muito seguida, a maionese não caiu muito bem e ainda começava um temporal.
Fomos pro hotel descansar, depois de caminhar muito, e no dia seguinte o Nelson saiu bem cedo pra procurar gasolina, sem nenhum sucesso. Sem contar que o vento levava a moto pra pista contrária e pra fora do acostamento o tempo todo...
Decidimos ir pra fila do posto onde estávamos até que chegasse o caminhão de abastecimento.
Lá conhecemos um alemão de nome Christopher que estava viajando há três meses e ainda tinha mais cinco meses de estrada pela frente na sua XT600 1990, que lhe custou mil euros. Ele perguntou se poderia abastecer junto conosco; respondemos que não nos importávamos, desde que os outros da fila aceitassem.
Resumindo, chegamos em torno das 11h e saímos depois das 16h do posto com o tanque da moto e o bidón abastecidos e junto com o Christopher, que carregou o bidón em sua moto rumo a Puerto Madryn. Durante o trajeto ele falava conosco em inglês e em espanhol com os locais, o que nos causou tremenda confusão mental, pois o grupo falava em português, inglês e espanhol alternativamente.
Puerto Madryn fica para o próximo post.
Nelson e Beti
Durante o percurso, andávamos uns 150km e abastecíamos a moto, o que teria ocorrido se houvesse nafta (gasolina) no local.
A informação era que no final da tarde o caminhão de combustível ia abastecer o posto. Vimos aquela fila enorme de carros que aguardavam a tão esperada nafta e resolvemos reservar uma noite num hotel de beira de estrada que ficava ao lado, com um custo de $300,00 pesos argentinos, mais ou menos R$150,00.
No posto, conhecemos o Santiago, que vinha de Buenos Aires e também queria abastecer sua moto. Ele andava com uma Falcon com um bidón (galão para carregar combustível) amarrado a sua moto e nos disse que era permitido seu uso na Argentina.
Mais tarde, um policial local com quem falamos no posto nos informou que se a polícia não visse o bidón, não teríamos problema, pois é ilegal... eu hem!
Pra piorar a situação, faltou luz e o calor só aumentava sem ar condicionado no restaurante do posto.
Santiago nos recomendou ficar à beira da praia em Las Grutas, pois como era praiano, deveria ter mais opções de hotel e lá fomos nós descobrir que não havia vagas nos hotéis pois estavam cheios de turistas locais.
Trocamos telefone com o Santiago, que foi procurar um amigo local para dormir naquela noite.
Depois de muito procurar, encontramos um hotel longe da praia por $410,00 pesos argentinos, sem frigobar, com café da manhã, sem suco, com medias lunas e pães contadas por pessoa, sendo o excedente cobrado, sem nada de mais.
Mais tarde descobrimos que além da falta de gasolina, a cidade tem problemas com falta de água e falta de energia elétrica. Imaginem: naquela cidade falta gasolina, luz e água, que lugar pra passar as férias?!?!?!!
Passamos toda a tarde andando pela cidade procurando o tal bidón em ferraterias (ferragem) e acabamos por comprar um que quase derreteu no primeiro uso.
Para piorar a história, resolvemos comer um pancho perto da praia e, como faltava luz muito seguida, a maionese não caiu muito bem e ainda começava um temporal.
Fomos pro hotel descansar, depois de caminhar muito, e no dia seguinte o Nelson saiu bem cedo pra procurar gasolina, sem nenhum sucesso. Sem contar que o vento levava a moto pra pista contrária e pra fora do acostamento o tempo todo...
Decidimos ir pra fila do posto onde estávamos até que chegasse o caminhão de abastecimento.
Lá conhecemos um alemão de nome Christopher que estava viajando há três meses e ainda tinha mais cinco meses de estrada pela frente na sua XT600 1990, que lhe custou mil euros. Ele perguntou se poderia abastecer junto conosco; respondemos que não nos importávamos, desde que os outros da fila aceitassem.
Resumindo, chegamos em torno das 11h e saímos depois das 16h do posto com o tanque da moto e o bidón abastecidos e junto com o Christopher, que carregou o bidón em sua moto rumo a Puerto Madryn. Durante o trajeto ele falava conosco em inglês e em espanhol com os locais, o que nos causou tremenda confusão mental, pois o grupo falava em português, inglês e espanhol alternativamente.
Puerto Madryn fica para o próximo post.
Nelson e Beti
Loucura para Ushuaia – De Tres Arroyos para Viedma
No dia 22 de janeiro saímos de Tres Arroyos e chegamos a Viedma, capital da Província de Río Negro, no final da tarde. A viagem foi tranqüila. Logo na chegada nos deparamos com uma cidade com infraestrutura e um solícito morador nos indicou alguns hotéis com preço acessíveis. Descobrimos que nem todos hotéis possuem Cochera (garagem) para a moto, por isso, ficamos no hotel Austral, localizado na rua principal bem em frente ao belíssimo Río Negro, ao lado da praça central da cidade e jantamos lá mesmo.
No dia seguinte, saímos de moto para conhecer El Condor , uma vila balneária que fica a uns 30 km de Viedma. Almoçamos na beira praia, enquanto uns malucos com quadriciclos, passavam em alta velocidade de um lado para o outro da rua. Mais tarde, soubemos que não é permitido seu uso urbano, mas os víamos por toda a parte.
No restaurante, conhecemos um senhor que nos recomendou conhecer Las Grutas, o que seria uma das praias mais lindas do País, mas isso é uma história pra mais tarde.
Do restaurante, fomos visitar a estátua em homenagem a Ceferino Mamuncurá , que “o cara” no local.
O caminho até lá consistia em uma subida íngreme de rípio no qual a traseira da moto balançava sinuosamente, como num funk, mas para a nossa sorte não fomos até o chão...rsrsrs
Mais tarde, fomos conhecer o Balneario La Lobería onde encontra-se a Reserva Faunística Provincial Punta Bermeja, lá vimos vários animais empalhados, ossaduras de baleias Franca Austral e réplicas de dinossauros e, ao longo de alguns pontos das praias, o mais legal, vários lobos marinhos de verdade, incríveis, que posaram para as fotos.
A impressão do local: ficamos num hotel excelente, exceto pela falha no ar condicionado, praias belíssimas e, de quebra, os lobos marinhos desenhando o cenário da viagem que se tornava cada vez mais linda e emocionante.
Nelson e Beti.
No dia seguinte, saímos de moto para conhecer El Condor , uma vila balneária que fica a uns 30 km de Viedma. Almoçamos na beira praia, enquanto uns malucos com quadriciclos, passavam em alta velocidade de um lado para o outro da rua. Mais tarde, soubemos que não é permitido seu uso urbano, mas os víamos por toda a parte.
No restaurante, conhecemos um senhor que nos recomendou conhecer Las Grutas, o que seria uma das praias mais lindas do País, mas isso é uma história pra mais tarde.
Do restaurante, fomos visitar a estátua em homenagem a Ceferino Mamuncurá , que “o cara” no local.
O caminho até lá consistia em uma subida íngreme de rípio no qual a traseira da moto balançava sinuosamente, como num funk, mas para a nossa sorte não fomos até o chão...rsrsrs
Mais tarde, fomos conhecer o Balneario La Lobería onde encontra-se a Reserva Faunística Provincial Punta Bermeja, lá vimos vários animais empalhados, ossaduras de baleias Franca Austral e réplicas de dinossauros e, ao longo de alguns pontos das praias, o mais legal, vários lobos marinhos de verdade, incríveis, que posaram para as fotos.
A impressão do local: ficamos num hotel excelente, exceto pela falha no ar condicionado, praias belíssimas e, de quebra, os lobos marinhos desenhando o cenário da viagem que se tornava cada vez mais linda e emocionante.
Nelson e Beti.
Loucura pra Ushuaia - de Buenos Aires a Tres Arroyos
Ainda no dia 21/01/2011, chegamos a Tres Arroyos. Foi um dia onde onde estávamos cansados das múltiplas paradas que consomem tempo, mas foi um dia tranqüilo. Paramos num hotel de beira de estrada pela facilidade que este tipo de hotel oferece. Mal sabíamos que se tratava de um hotel-cassino onde as noites iam até alta madrugada, regadas de tango com senhoras de alguma idade gastando as pensões que recebem em jogatinas. Era engraçado, mas a gente foi dormir logo.
A manutenção da moto foi um exercício de trabalho em equipe onde a Beti limpava a corrente e a lubrificava, enquanto eu ia movendo a moto. Conhecemos o segurança do cassino, que era um uruguaio muito gente boa e um oficial da Gendarmeria Nacional (é o equivalente a uma Guarda Nacional) apaixonado por motos. O oficial da Gendarmeria só conhecia a TDM de revistas e ficou emocionado ao vê-la de perto. É legal poder proporcionar momentos simples de alegria a quem a gente menos espera e de forma inusitada. Valeu!
Nelson e Beti.
A manutenção da moto foi um exercício de trabalho em equipe onde a Beti limpava a corrente e a lubrificava, enquanto eu ia movendo a moto. Conhecemos o segurança do cassino, que era um uruguaio muito gente boa e um oficial da Gendarmeria Nacional (é o equivalente a uma Guarda Nacional) apaixonado por motos. O oficial da Gendarmeria só conhecia a TDM de revistas e ficou emocionado ao vê-la de perto. É legal poder proporcionar momentos simples de alegria a quem a gente menos espera e de forma inusitada. Valeu!
Nelson e Beti.
Loucura pra Ushuaia - Saída de Buenos Aires III
Jà na cidade de Cañuelas, na grande Buenos Aires, encontrei um posto Petrobras, que anunciava ter internet. Bem, a internet nao funcionava, mas o frentista falou com um cara em uma moto parecida com uma Yamaha Neo 115. O cara trabalha como bombeiro na cidade e seu nome é Omar Rodriguez. O Omar foi muito gentil conosco e se prontificou a nos levar até uma loja de motopeças. Lá o Omar encontrou a porca e o parafuso adequado e fez ele mesmo o reparo!!!!!! De quebra, o pessoal da loja era tambèm muito gente fina! O Fernando (responsável pela loja) até nos deu o telefone para, se precisarmos de alguma coisa na Argentina, a gente ter um contato. Em suma: o pessoal é NOTA 10!!!!
Por tudo isso, fazemos questão de citá-los nominalmente, pois, se alguém estiver na região e precisar de qualquer coisa, estas são as pessoas a serem procuradas. Aí vai:
Loja: UNIVAL Motos
Endereço: Avenida Libertad, 1715
Tel: (02226)42-2935
Responsável: Fernando Santos
Atendentes: Alejandra Hernandorena e Leonardo da Silva
Enfim, uma das coisas mais legais que temos visto nesta viagem é que a gente encontra pessoas de todos os tipos. Desde aquelas que nos prejudicam sem razão alguma até aquelas que nos ajudam também sem razão alguma. Destas últimas, ficam as boas lembranças; das demais, apenas um voto de que elas melhorem como pessoas...
Abraços a todos,
Nelson e Beti.
Por tudo isso, fazemos questão de citá-los nominalmente, pois, se alguém estiver na região e precisar de qualquer coisa, estas são as pessoas a serem procuradas. Aí vai:
Loja: UNIVAL Motos
Endereço: Avenida Libertad, 1715
Tel: (02226)42-2935
Responsável: Fernando Santos
Atendentes: Alejandra Hernandorena e Leonardo da Silva
Enfim, uma das coisas mais legais que temos visto nesta viagem é que a gente encontra pessoas de todos os tipos. Desde aquelas que nos prejudicam sem razão alguma até aquelas que nos ajudam também sem razão alguma. Destas últimas, ficam as boas lembranças; das demais, apenas um voto de que elas melhorem como pessoas...
Abraços a todos,
Nelson e Beti.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - Saída de Buenos Aires II
Já na saída de Buenos Aires, mas ainda na Ruta 3, começo a sentir uma alteração na dirigibilidade da moto. Na verdade, a TDM parece um reloginho e, por isso, qualquer alteração fica fácil de perceber. Assim, parei a moto e pedi a Beti que desse uma olhada para ver se alguma coisa estava estranha. De fato, descobrimos que a ponteira do escapamento esquerda estava solta.
O problema é que, na ponteira de escape da TDM, há uma sonda que passa informações para injeção eletrônica e um catalisador. Ou seja, aquele problema poderia ter consequencias maiores.
Quando vi o que aconteceu, lembrei-me do olhar sarcástico dos marinheiros no convés do buquebus e o fato de que a TDM é conhecida por não apresentar problemas deste tipo, deixou claro para mim que alguém havia sacaneado a moto no buquebus.
Para nossa sorte, alguns quilômetros depois da constatação da sacanagem, encontramos uma loja de ferragens com um pessoal muito gentil que nos DEU o que eu precisava no momento, isto é, arame.
Amarrei a ponteira do escape e prossegui o posto Petrobras mais próximo. Lá fui procurar internet para saber onde ficava a concessionária Yamaha mais próxima. A internet não funcionava, mas a solidariedade estava em alta. Por isso, o próximo post seria em espanhol para que nossos novos amigos de estrada pudessem entender... Pero Traductor de Google es muy malo...
O problema é que, na ponteira de escape da TDM, há uma sonda que passa informações para injeção eletrônica e um catalisador. Ou seja, aquele problema poderia ter consequencias maiores.
Quando vi o que aconteceu, lembrei-me do olhar sarcástico dos marinheiros no convés do buquebus e o fato de que a TDM é conhecida por não apresentar problemas deste tipo, deixou claro para mim que alguém havia sacaneado a moto no buquebus.
Para nossa sorte, alguns quilômetros depois da constatação da sacanagem, encontramos uma loja de ferragens com um pessoal muito gentil que nos DEU o que eu precisava no momento, isto é, arame.
Amarrei a ponteira do escape e prossegui o posto Petrobras mais próximo. Lá fui procurar internet para saber onde ficava a concessionária Yamaha mais próxima. A internet não funcionava, mas a solidariedade estava em alta. Por isso, o próximo post seria em espanhol para que nossos novos amigos de estrada pudessem entender... Pero Traductor de Google es muy malo...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - Saída de Buenos Aires
Dia 21/01/2011, às 8h30m local, eu e a Beti chegamos a Buenos Aires. Desembarcamos a moto do Buquebus, passamos pela inspeção da migração argentina e caímos na rua. Caraca, o trânsito em Buenos Aires é selvagem!!!! A galera passa por cima mesmo. Não tem essa papo de respeitar as faixas e até mesmo os sinais luminosos do trânsito frequentemente são ignorados. Chega a dar dúvida se aquele sinal realmente está vermelho ou se você está comendo bola!!!
De qualquer forma, conseguimos parar em um posto YPF ainda bem perto do Porto de Buenos Aires. Sentamos, pedimos um café e planejamos como sair dali. O guia YPF, anunciado como sendo o melhor da Argentina, não era nem mesmo conhecido pela menina que ra funcionária do posto YPF!!!! Chegou a ser engraçado a cara de constrangimento dela, rsrsrsrsrs.
De qualquer forma, ela teve uma ENORME BOA VONTADE CONOSCO e pediu informações a um cliente e este nos explicou como sair dali em direção a Ruta Nacional 3, que nos levaria para Ushuaya.
Bom, é aí que começa a loucura total do trânsito de Buenos Aires. As placas são desencontradas e, embora a população local tenha sido sempre muito prestativa, foi difícil chegar a Ruta 3. Pra piorar, o início da Ruta 3 é bem dentro de Buenos Aires, tendo inclusive uma infinidade de semáforos não sincronizados, que são avançados sem a menor cerimônia pelos argentinos. Era engraçado, mas complicado.
O asfalto era péssimo, as pessoas (incluindo os pedestres!) pareciam loucas e as mães pareciam chocadeiras. Opa! Por que falei das mães? Porque vimos por pelo menos 3 vezes mães largarem as mãos das crianças no meio da rua. Fiquei chocado. Nunca tinha visto aquilo em lugar nenhum. Nem mesmo em outras regiões da Argentina. Acho que passamos por Buenos Aires em um dia onde estava todo mundo cheirado, srsrsrsrsrs.
Teve uma doida que largou o filho na frente da nossa moto na saída do posto. Se a TDM não tem um freio impressionante, cá estaria eu preso por atropelar aquela criancinha. Nunca vi tamanha estupidez. O pior é que a mulher nem deu bola por fato de seu filho quase ser atropelado! Fiquei sem reação, parado um tempo para me recuperar do susto...
Mas ainda não acabou. Buenos Aires é realmente inesquecível... Mas isto fica para um próximo post.
De qualquer forma, conseguimos parar em um posto YPF ainda bem perto do Porto de Buenos Aires. Sentamos, pedimos um café e planejamos como sair dali. O guia YPF, anunciado como sendo o melhor da Argentina, não era nem mesmo conhecido pela menina que ra funcionária do posto YPF!!!! Chegou a ser engraçado a cara de constrangimento dela, rsrsrsrsrs.
De qualquer forma, ela teve uma ENORME BOA VONTADE CONOSCO e pediu informações a um cliente e este nos explicou como sair dali em direção a Ruta Nacional 3, que nos levaria para Ushuaya.
Bom, é aí que começa a loucura total do trânsito de Buenos Aires. As placas são desencontradas e, embora a população local tenha sido sempre muito prestativa, foi difícil chegar a Ruta 3. Pra piorar, o início da Ruta 3 é bem dentro de Buenos Aires, tendo inclusive uma infinidade de semáforos não sincronizados, que são avançados sem a menor cerimônia pelos argentinos. Era engraçado, mas complicado.
O asfalto era péssimo, as pessoas (incluindo os pedestres!) pareciam loucas e as mães pareciam chocadeiras. Opa! Por que falei das mães? Porque vimos por pelo menos 3 vezes mães largarem as mãos das crianças no meio da rua. Fiquei chocado. Nunca tinha visto aquilo em lugar nenhum. Nem mesmo em outras regiões da Argentina. Acho que passamos por Buenos Aires em um dia onde estava todo mundo cheirado, srsrsrsrsrs.
Teve uma doida que largou o filho na frente da nossa moto na saída do posto. Se a TDM não tem um freio impressionante, cá estaria eu preso por atropelar aquela criancinha. Nunca vi tamanha estupidez. O pior é que a mulher nem deu bola por fato de seu filho quase ser atropelado! Fiquei sem reação, parado um tempo para me recuperar do susto...
Mas ainda não acabou. Buenos Aires é realmente inesquecível... Mas isto fica para um próximo post.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Loucura pra Ushuaia - De Sacramento a Buenos Aires
Planejávamos sair no dia 20/01/2011, para Buenos Aires, mas aqui começam mais problemas. A Beti foi comprar a passagem no buquebus (isto é, o sistema de transporte aquaviário que liga Sacramento (URU) até Buenos Aires (ARG)), mas só tinha passagem para o dia 21/01, às 5h30m. Por isso, ficamos "presos" em Sacramento no dia 20/01. Santa Prisão!
O lugar é maravilhoso e, embora já conhecêssos e houvéssemos nos proposto a voltar, havia muito ainda a conhecer. De fato, teremos que voltar de novo, pois ainda há muito a visitar. Sensacional!
Depois que a Beti me torturou caminhando pela Playa de Las Delicias, ela resolveu completar o serviço na parte histórica da cidade. Lá se revelou o meu lado masoquista e eu pude ver a beleza de Sacramento em meio ao sofrimento de tanto andar. Nós deveríamos ter ficado magrinhos, mas, na verdade, engordamos, rsrsrsrsrs. Parece que estamos jantando muito bem e com excelentes vinhos!
Chegamos às 4h30m, do dia 21/01, no Porto de Sacramento para fazer check in e passar pela migração. O serviço é frio, mas bem feito.
Infelizmente, tudo indica que um engraçadinho dentro do buquebus resolveu fazer uma pequena sacanagem conosco, soltando um dos canos de descarga da TDM e travando um dos nossos bauletos laterais.
Para piorar, viria um inferno nas ruas de Buenos Aires, mas isto fica para o próximo post.
O lugar é maravilhoso e, embora já conhecêssos e houvéssemos nos proposto a voltar, havia muito ainda a conhecer. De fato, teremos que voltar de novo, pois ainda há muito a visitar. Sensacional!
Depois que a Beti me torturou caminhando pela Playa de Las Delicias, ela resolveu completar o serviço na parte histórica da cidade. Lá se revelou o meu lado masoquista e eu pude ver a beleza de Sacramento em meio ao sofrimento de tanto andar. Nós deveríamos ter ficado magrinhos, mas, na verdade, engordamos, rsrsrsrsrs. Parece que estamos jantando muito bem e com excelentes vinhos!
Chegamos às 4h30m, do dia 21/01, no Porto de Sacramento para fazer check in e passar pela migração. O serviço é frio, mas bem feito.
Infelizmente, tudo indica que um engraçadinho dentro do buquebus resolveu fazer uma pequena sacanagem conosco, soltando um dos canos de descarga da TDM e travando um dos nossos bauletos laterais.
Para piorar, viria um inferno nas ruas de Buenos Aires, mas isto fica para o próximo post.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Loucura para Ushuaia - De Pelotas a Colonia do Sacramento
Quarta-feira, dia 19/01/2011, seguimos em direção à fronteira Jaguarão (BR)- Rio Branco (URU) e de lá para Treinta e Treys. Lá descobri que o caminho que planejei estava entremeado por um monte de estradas de chão pelo caminho e tive que mudar o caminho no processo. Por quê?
Simples: a moto com aqueles enormes bauletos laterais de 41 litros havia ficado estupidamente instável sob a ação dos fortes ventos que assolavam a região central do Uruguai. Andei inclinado, como se estivesse fazendo curva, no meio das retas por muitos quilômetros, segurando a moto no braço e constantemente trazendo-a de volta à trajetória após um rajada de vento imprevisível que às vezes me levava em direção à pista oposta e às vezes em direção ao acostamento. Tava brabo, mas a boa vontade do povo uruguaio em nos orientar em como seguir os melhores caminhos foi maravilhosa e nos poupou certamente de um dia mais difícil.
No mais, a TDM, embora se saia bem em estradinhas de chão bem conservadas, não foi feita para isso. O negócio dela é devorar quilômetros e quilômetros de asfalto em alta velocidade com o conforto das motos turísticas, acelerando como motos de arrancada, fazendo curvas como motos esportivas, com uma autonomia maior que da maioria das motos aventureiras e com economia de combustível digna de 250cc. Enfim, a moto é realmente fantástica para o que ela se propõe.
Enfim, chegar à Colonia do Sacramento foi foda por causa do vento impiedoso que nos castigava, mas, ao final do dia, o pôr do sol de Colonia do Sacramento nos recompensou todo o dia de angústias e incertezas. Simplesmente lindo...
Simples: a moto com aqueles enormes bauletos laterais de 41 litros havia ficado estupidamente instável sob a ação dos fortes ventos que assolavam a região central do Uruguai. Andei inclinado, como se estivesse fazendo curva, no meio das retas por muitos quilômetros, segurando a moto no braço e constantemente trazendo-a de volta à trajetória após um rajada de vento imprevisível que às vezes me levava em direção à pista oposta e às vezes em direção ao acostamento. Tava brabo, mas a boa vontade do povo uruguaio em nos orientar em como seguir os melhores caminhos foi maravilhosa e nos poupou certamente de um dia mais difícil.
No mais, a TDM, embora se saia bem em estradinhas de chão bem conservadas, não foi feita para isso. O negócio dela é devorar quilômetros e quilômetros de asfalto em alta velocidade com o conforto das motos turísticas, acelerando como motos de arrancada, fazendo curvas como motos esportivas, com uma autonomia maior que da maioria das motos aventureiras e com economia de combustível digna de 250cc. Enfim, a moto é realmente fantástica para o que ela se propõe.
Enfim, chegar à Colonia do Sacramento foi foda por causa do vento impiedoso que nos castigava, mas, ao final do dia, o pôr do sol de Colonia do Sacramento nos recompensou todo o dia de angústias e incertezas. Simplesmente lindo...
Loucura para Ushuaia - 2 dias em Pelotas
Pessoal,
chegamos a Pelotas ainda no dia 17/01/2011 com a intenção de no dia seguinte pegar a BR-116 em direção à fronteira Jaguarão(BR)/Rio Branco (URU). Tínhamos, porém, que pegar algumas coisas que estavam em Pelotas para podermos prosseguir viagem, mas os bauletos laterais de 21 litros, que costumo usar em viagens com a TDM 900, estavam abarrotados. Eu e a Beti tentamos de tudo para fazer caber tudo nos meus bauletos, mas não foi possível. A solução foi comprar uns bauletos de 41 litros para botar tudo o que a gente carregava. Na verdade, sempre preferi bauletos 21 litros em relação aos maiores, porque os bauletos de 21 litros não afetam a dirigibilidade da moto tanto em largura quanto em aerodinâmica e isto para motos é fundamental para o equilíbrio.
O problema começou aí. Primeiro, estes bauletos de 41 litros são caros. Segundo, eles atacam muito o vento, tornando a pilotagem insegura e, por fim, eles deixam a moto larga como um carro, não permitindo que a gente pilote no corredor entre os carros, tirando muito do prazer da pilotagem.
Além de tudo isso, os bauletos de 41 litros não couberam na fixação da moto e o meu amigo Manivela (www.manivela.com.br) quebrou um galhão, fazendo de tudo para permitir que a gente saísse em viagem o quanto antes.
Fica aqui registrado o meu agradecimento ao trabalho profissional, dedicado e cheio de boa vontade de toda a equipe da Manivela. Essa galera é realmente muito boa tecnicamente e como pessoas!!!! Fizeram até serão até quase às 22h para deixar a minha moto pronta pra viagem na manhã do dia 19/01/2011!!! Show de bola!
chegamos a Pelotas ainda no dia 17/01/2011 com a intenção de no dia seguinte pegar a BR-116 em direção à fronteira Jaguarão(BR)/Rio Branco (URU). Tínhamos, porém, que pegar algumas coisas que estavam em Pelotas para podermos prosseguir viagem, mas os bauletos laterais de 21 litros, que costumo usar em viagens com a TDM 900, estavam abarrotados. Eu e a Beti tentamos de tudo para fazer caber tudo nos meus bauletos, mas não foi possível. A solução foi comprar uns bauletos de 41 litros para botar tudo o que a gente carregava. Na verdade, sempre preferi bauletos 21 litros em relação aos maiores, porque os bauletos de 21 litros não afetam a dirigibilidade da moto tanto em largura quanto em aerodinâmica e isto para motos é fundamental para o equilíbrio.
O problema começou aí. Primeiro, estes bauletos de 41 litros são caros. Segundo, eles atacam muito o vento, tornando a pilotagem insegura e, por fim, eles deixam a moto larga como um carro, não permitindo que a gente pilote no corredor entre os carros, tirando muito do prazer da pilotagem.
Além de tudo isso, os bauletos de 41 litros não couberam na fixação da moto e o meu amigo Manivela (www.manivela.com.br) quebrou um galhão, fazendo de tudo para permitir que a gente saísse em viagem o quanto antes.
Fica aqui registrado o meu agradecimento ao trabalho profissional, dedicado e cheio de boa vontade de toda a equipe da Manivela. Essa galera é realmente muito boa tecnicamente e como pessoas!!!! Fizeram até serão até quase às 22h para deixar a minha moto pronta pra viagem na manhã do dia 19/01/2011!!! Show de bola!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Loucura para Ushuaia - De Porto Alegre a Pelotas
Saímos de Porto Alegre às 10h da segunda-feira, dia 17/01/2011. Iríamos sair às 8hs de casa e passar no mecânico para, mas atrasamo-nos por vários motivos que não comentarei aqui para não começar uma briga com a Beti, rsrsrsrsrss. Sacanagem, rsrsrsrsrs. Fora isso, lembre-se que este blog é auto-referenciado, isto é, quando eu falo a verdade, estou mentindo e vice-versa!!! ahhahah
Sorte que ela vai poder dar a versão dela dos fatos nos comentários. De qualquer forma, o fato é que saímos de casa às 9h15m, chegamos ao mecânico 9h30m e saímos de Poa às 10h.
Resolvemos passar em Pelotas pra pegar algumas coisas na minha casa de Pelotas. Resultado: ficamos 2 dias. Por quê??? Isto fica pro proximo post!
Sorte que ela vai poder dar a versão dela dos fatos nos comentários. De qualquer forma, o fato é que saímos de casa às 9h15m, chegamos ao mecânico 9h30m e saímos de Poa às 10h.
Resolvemos passar em Pelotas pra pegar algumas coisas na minha casa de Pelotas. Resultado: ficamos 2 dias. Por quê??? Isto fica pro proximo post!
Loucura para Ushuaia
Oi, Pessoal!
Esta é a narração de uma viagem que tem tudo pra dar errado, pois o planejamento começou cuidadoso e terminou com uma maluquice. Explico-me: normalmente, viajo nas férias e tava na hora de eu ir visitar meu irmão em Brasília. Então, planejei com a minha namorada Beti (minha leal maluca, digo, companheira de viagens) todo um roteiro legal, onde passaríamos por várias localidades lindas como Chapada dos Veadeiros, Chapada dos Guimarães, Bonito e Foz do Iguaçu.
Uma semana antes de iniciar a viagem perguntei a Beti se ela gostaria de ir pro extremo sul da Patagonia de moto comigo. Como ela é pelo menos tão louca quanto eu, ela topou de pronto.
Resultado: todo o planejamento de viagem foi jogado no lixo, corremos pra comprar roupas especiais para suportar frio intenso e roupas impermeáveis para a Beti bem como luvas e botas adequadas pra isso.
Assim, começa a Maluquice pra Ushuaia. E vamos nós juntos mais uma vez!
Esta é a narração de uma viagem que tem tudo pra dar errado, pois o planejamento começou cuidadoso e terminou com uma maluquice. Explico-me: normalmente, viajo nas férias e tava na hora de eu ir visitar meu irmão em Brasília. Então, planejei com a minha namorada Beti (minha leal maluca, digo, companheira de viagens) todo um roteiro legal, onde passaríamos por várias localidades lindas como Chapada dos Veadeiros, Chapada dos Guimarães, Bonito e Foz do Iguaçu.
Uma semana antes de iniciar a viagem perguntei a Beti se ela gostaria de ir pro extremo sul da Patagonia de moto comigo. Como ela é pelo menos tão louca quanto eu, ela topou de pronto.
Resultado: todo o planejamento de viagem foi jogado no lixo, corremos pra comprar roupas especiais para suportar frio intenso e roupas impermeáveis para a Beti bem como luvas e botas adequadas pra isso.
Assim, começa a Maluquice pra Ushuaia. E vamos nós juntos mais uma vez!
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